Por que todas devemos ser mais Samanthas?

Antes de qualquer coisa preciso te perguntar, tu já assistiu ao filme Sex and the City?
Talvez se a tua resposta para essa pergunta seja não, te indico parar de ler por aqui mesmo. Muito obrigada pela tua atenção mas acho chato quando a gente tem que ler todo o post para então perceber que não entende bulufas do que o autor ta dizendo, mas, por outro lado se tu está ainda aqui comigo vou te contar um pouquinho sim sobre a Samantha e como eu vejo essa personagem incrível que por mim merecia um filme solo ou ao menos com bem mais visibilidade.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

5 filmes que você precisa conhecer

Oii gente, tudo bem?
O post de hoje é uma blogagem coletiva com algumas meninas lindas, então se tu quiser mais dicas de filmes babadeiros depois de ler aqui, corre lá no blog delas que estarão os links no filme desse post mesmo para conferir os filmes que elas gostam e indicam para assistir nesse domingo, e ficar em casa só descansando e curtindo a vida. Então vamos a minha lista de favoritos.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Olá, eu sou Eskarlet Cardoso e eu sou uma compradora compulsiva.

Quando eu compro, o mundo é melhor e então não é mais, e eu preciso fazer isso novamente.

 

Acho que nunca assisti um filme com o qual me identificasse tanto quanto esse do gif; para quem não conhece ele se chama “Os delírios de consumo de Becky Bloom” e foi lançado em 2009, creio que tenha assistido esse filme no mínimo umas 10 vezes e parece que ele nunca perde a sua mágica, o seu modo especial de falar comigo.

Mas o post de hoje é sobre a temática do filme que trata a realidade de muitas pessoas (inclusive a minha), que trata da extrema obsessão que Becky tem por comprar (no caso dela são roupas, no meu são roupas e comida).
Analisando as pessoas na minha volta não é difícil notar que a grande parte também possui obsessão com compras, obviamente cada uma tem sua particularidade mas gasta todos os meses uma pequena fortuna com algo que muitas vezes nem se faz necessário.

Muitas vezes eu paro para pensar e tento me fazer questionamentos, apostas e até compromissos com os cartões das lojas para evitar de gastar e chega a ser quase que uma piada a forma com a qual driblo esses itens rapidamente quando vejo aquela peça que muitas vezes me faz sentir como se pudesse dominar o mundo.

Eventualmente me convenço de que estou exagerando e faço uma limpa nos armários doando boa parte dos itens, e indo buscar soluções mais sustentáveis, porém logo minha completa obsessão volta e saio desesperada comprando tudo que vejo pela frente e resmungando que preciso de um armário maior.

Com a comida não é muito diferente, gasto o vale alimentação inteiro no supermercado com as compras do mês, porém praticamente todos os dias quando volto para casa tenho que passar no mercado porque surpreendentemente esqueci justamente aquele item que eu precisa para a janta (sqn).

Enfim quero dizer que não fomos ensinados a como controlar nossa renda, a maioria dos conteúdos que absorvemos não retrata sobre educação financeira de um modo simples que possamos entender facilmente e aplicar em nossa vida, acredito ainda que minha geração ainda tenha um problema maior pois somos a geração do “aqui, agora” queremos tudo para ontem afinal o que é moda ou especial hoje, amanhã já é antiquado, perdeu a graça e queremos algo novo, algo melhor.

Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Sobre 50 tons mais escuros

Oiee gente! Tudo tranquilo por aí?
Aqui tá tudo numa boa, e hoje eu vim conversar com vocês um pouco sobre 50 tons mais escuros. Bom, a menos que você viva em outro planeta, já ouviu falar na coleção “50 tons” da autora E. L. James.

Enfim, a história conta sobre Anastacia Steele, uma universitária, com nada de tão interessante assim, mas que acaba tendo que entrevistar Christian Grey, um milionário, lindo de morrer, e viciado em trepada sacana (ou dominador e submissa), onde se manifesta uma “tensão”, um “clima de desejo” no ar, e daí se desenrola toda a história do primeiro filme, que não vou me aprofundar mais pois o assunto aqui é o segundo filme e meu ponto de vista sobre ele.

 

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