Um lugar para chamar de seu

Oiii gente! Tudo bem?
Hoje venho escrever mais um post da blogagem coletiva que estou participando junto com algumas outras meninas.
E nessa semana foi proposto como tema um lugar em que nos sentíssimos bem, nos sentíssimos acolhidas e que fosse de algum modo uma extensão da nossa personalidade.

O meu cantinho especial fica dentro da minha casa mesmo, e é super simples mas é um espacinho projetado por mim e com itens que me identificam, demonstram muito do que eu gosto,dos meus sonhos, hobbies e coisas que considero especiais mesmo.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Minha experiencia com o coletor mestrual

Oii gente, tudo bem?

Há algum tempo atrás comecei a buscar modos de deixar meu ciclo mais “tranquilo”, consegui controlar datas com a descoberta do aplicativo Clue (tem post sobre ele aqui), mas o fato de ter que comprar todos os meses duas caixas de absorvente interno e um pacote de absorvente externo me deixava muito desconfortável por dois motivos principais; O primeiro é a quantidade de lixo que somente eu produzia todos os meses e o segundo é o fato de sempre me sentir insegura se algo iria acontecer ali que poderia me deixar mal.


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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Transferência de culpa

Oii gente, tudo bem?

Hoje vim conversar um pouco sobre quantas vezes para evitar problemas, ou para desvincular de nós a culpa de algo transferimos nossa culpa, nossa responsabilidade sobre nosso ato para outra pessoa.
Somos humanos e erramos, geralmente é a frase que nós usamos para justificar algumas pisadas na bola ou para minimizar nossa ação sobre alguma atitude, mas e quando estamos cegos ao ponto de não enxergar nem esse erro? Quando estamos tão cegos ao ponto de transferirmos, culparmos e também julgarmos outra pessoa pelo que fizemos. E no meu ponto de vista: o que é pior e por que fazemos isso?

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Minha experiencia com a Hisnek

Oii minha gente, tudo bem?

O post de hoje é para compartilhar a minha experiencia com a Hisnek.


Para quem não conhece a Hisnek é uma empresa de assinatura que te envia todos os meses uma caixinha com lanches saudáveis, ao todo vem 22 lanchinhos deliciosos para ti experimentar e se alimentar de modo legal em todos os dias úteis do mês.

Agora que expliquei o que é, bora contar minha experiencia. Logo que fiz a assinatura, a marca já foi super querida comigo, e foi tirando todas as minhas dúvidas, dentro do prazo me enviou o código de rastreio e estava indo tudo as mil maravilhas, até que tivemos um problema (eu e a própria empresa), e então a minha caixa demorou bem mais que o esperado para chegar, MAS, é super importante o que vou te contar agora, foi nesse exato momento que eu me APAIXONEI por essa marca, eles foram extremamente queridos comigo, me deram acompanhamento a todo instante, sanaram todas as minhas dúvidas, e de uma maneira super rápida.

O carinho e respeito que a marca me demonstrou fez com que eu criasse um sentimento de fidelidade com eles, um sentimento de pertencer sabe?

O resultado disso? Bom agora tenho lanches saudáveis todos os dias, minhas amigas estão conhecendo e se apaixonando também e eu sei que a qualquer momento eles estarão lá para tirar minhas dúvidas ou me dar um auxílio.

Quer conhecer melhor a marca? Te joga no site deles
https://www.hisnek.com/

Já conhece? Ficou com alguma dúvida ou quer só me dar um oi? Deixa teu comentário aqui, é muito importante para mim saber o que vocês acham!!!

Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Aplicativos para facilitar a vida

Oii minha gente,
Tudo bem por aí?
Hoje eu trouxe alguns aplicativos que sinceramente me ajudam de uma forma gigantesca na minha vida diariamente e acho que se você testar pode se apaixonar por eles também. Então bora começar a nossa listinha enxuta.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Olá, eu sou Eskarlet Cardoso e eu sou uma compradora compulsiva.

Quando eu compro, o mundo é melhor e então não é mais, e eu preciso fazer isso novamente.

 

Acho que nunca assisti um filme com o qual me identificasse tanto quanto esse do gif; para quem não conhece ele se chama “Os delírios de consumo de Becky Bloom” e foi lançado em 2009, creio que tenha assistido esse filme no mínimo umas 10 vezes e parece que ele nunca perde a sua mágica, o seu modo especial de falar comigo.

Mas o post de hoje é sobre a temática do filme que trata a realidade de muitas pessoas (inclusive a minha), que trata da extrema obsessão que Becky tem por comprar (no caso dela são roupas, no meu são roupas e comida).
Analisando as pessoas na minha volta não é difícil notar que a grande parte também possui obsessão com compras, obviamente cada uma tem sua particularidade mas gasta todos os meses uma pequena fortuna com algo que muitas vezes nem se faz necessário.

Muitas vezes eu paro para pensar e tento me fazer questionamentos, apostas e até compromissos com os cartões das lojas para evitar de gastar e chega a ser quase que uma piada a forma com a qual driblo esses itens rapidamente quando vejo aquela peça que muitas vezes me faz sentir como se pudesse dominar o mundo.

Eventualmente me convenço de que estou exagerando e faço uma limpa nos armários doando boa parte dos itens, e indo buscar soluções mais sustentáveis, porém logo minha completa obsessão volta e saio desesperada comprando tudo que vejo pela frente e resmungando que preciso de um armário maior.

Com a comida não é muito diferente, gasto o vale alimentação inteiro no supermercado com as compras do mês, porém praticamente todos os dias quando volto para casa tenho que passar no mercado porque surpreendentemente esqueci justamente aquele item que eu precisa para a janta (sqn).

Enfim quero dizer que não fomos ensinados a como controlar nossa renda, a maioria dos conteúdos que absorvemos não retrata sobre educação financeira de um modo simples que possamos entender facilmente e aplicar em nossa vida, acredito ainda que minha geração ainda tenha um problema maior pois somos a geração do “aqui, agora” queremos tudo para ontem afinal o que é moda ou especial hoje, amanhã já é antiquado, perdeu a graça e queremos algo novo, algo melhor.

Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

2 anos de shopping

Oiee gente! Como estão?
Quando eu e a mai decidimos criar o blog nossa principal ideia era ter um espaço em que pudêssemos compartilhar nossas experiências, mostrar nossos erros (para talvez alguém não acabar cometendo também), e claro desabafar sobre o que se passa em nossa vidinha de garotas/mulheres de 20 e pouquinhos anos.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Um salve as nossas mudanças

Estranhou o título do post? Calma que já vou te contar o porque.
Esses dias uma colega veio me contar que não importa qual passeio faça com a sua sobrinha ela sempre quer ir ao shopping, e bom, com esse comentário acabei me obrigando a forçar a memória e lembrar de quando era pequena quais os passeios que eu gostava de fazer também…

 

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

A vida é extremamente curta

Responda rápido: Quantas vezes você já ouviu a frase ” A vida é curta”?
Te digo que provavelmente já a ouvi uma centena de vezes, e raramente me preocupei com a intensidade e a realidade dela. Estamos tão acostumados a dizer essas frases de impacto com naturalidade e em momentos muitas vezes inoportunos do nosso dia a dia, que elas se tornam corriqueiras, perdem parte de seu sentido e valor, de tal modo faz com que deixamos de dar o valor que merecem devidamente.

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Gaúcha, colorada, completamente louca por maquiagem e muito apaixonada pela vida. Prazer sou Eskarlet, uma publicitária em formação.

Ah, os 20 e tantos…

 

“O plano era chegar aos vinte e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim.
O plano era que aquele primeiro amor durasse para sempre, que o curso da faculdade nos fizesse sentir completos, que a nossa vida já tivesse tomado um rumo até aqui.
Acontece que o modelo de felicidade da geração passada não funcionou com a nossa. O futuro que escolheram para gente não se concretizou. O primeiro amor acabou, assim como tantos outros. O diploma está empoeirado na gaveta, ou ainda nem existe. O apartamento pequeno não tem jardim, mas a vista da janela até que é legal. Em alguns casos os filhos vieram, mas os pais não estão mais juntos.
Parece um cenário triste, mas eu consigo enxergar por outra ótica. Ao meu ver somos uma geração que se recusa a ser infeliz. Que não aceita padrões. Fingir que está tudo bem não é com a gente. Muito menos manter relações de fachada. Se for preciso, terminamos relacionamentos, pedimos demissão, compramos passagens só de ida, recomeçamos tudo do zero. A nossa sede não nos permite viver naquele modelo. A carapuça não serve. Os trinta e poucos anos estão logo ali e as coisas ainda não se acertaram.
Mas, quer saber? Talvez tenha sido melhor assim. Nós já vivemos tanto em tão pouco tempo. São tantas histórias pra contar. Optamos pela instabilidade e nos apaixonamos por ela. Somos a geração que pulverizou a mesmice. Quebramos os tabus dos brincos, dos cabelos, das tatuagens e dos relacionamentos. Criamos até mesmo novas profissões. Respeitamos as tradições, mas modernizamos o conceito da maioria delas.
É claro que não acertamos em tudo, mas ninguém poderá dizer que não fomos felizes. Viajamos, festamos, bebemos, rimos e choramos. Moramos juntos antes de casar. Amamos por uma noite. Quebramos a cara e demos a volta por cima. Talvez um dia a gente se canse de tudo isso. Talvez lá na frente a gente consiga se enquadrar naquele formato. Pode ser. Mas, por enquanto, nós seguimos assim. Escrevendo o nosso modelo de felicidade. Errando os nossos próprios erros. Sobrevivendo em meio ao caos com um sorriso no rosto. Nosso tempo, nossas verdades. Tirem os rótulos do caminho. Aí vamos nós.”

 

– Fernando Brassola

 

Nota da blogueira: quando fiz 24 anos, bateu a bad.

Quando era adolescente me jurava que 24 seria minha meta. Teria minha casa própria com uma cerquinha branca, seria casada e teria um filho. Atualmente moro de aluguel, ainda não casei mas moro junto, tenho um cachorro, não tenho carro nem carteira de motorista, sou estudante.

Todos nós, a menos que sejamos “paitrocinados” estamos juntos nessa.

Esse texto me fez bater no peito e dizer que tenho orgulho de ter superado as piores fases da minha vida. Que venha mais. Eu tô preparada e correndo atrás 😉
Beijos.

Estudante de Publicidade e trabalha com TI. É viciada em assistir séries e comer qualquer coisa a qualquer hora.