Resenha: Batom vinil Quem Disse Berenice Vermenil

Oii gente!!
E aí vocês sabem, a gente recebe aqueles email marketing liiindo de morrer da QDB com lançamentos com fotos tentadoras e a gente se sente na obrigação de ir conhecer não é mesmo?
Imagina só o trabalho das meninas do marketing montando aquela campanha, capaz que não vou conhecer o produto né?!
Aquela passada estratégica no shopping antes da aula pra provar a novidade porque eu não me arrisco a investir em algo que não sei se vou gostar ainda… R$35,90 né gente.

batom vinil

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Estudante de Publicidade e trabalha com TI. É viciada em assistir séries e comer qualquer coisa a qualquer hora.

“Eu não sei fazer delineado”

Eu não sei fazer delineado.

Oilá!

Sabe sim, é tudo o que eu posso te dizer. Hey, a gente tá em 2017, não existem regras pra maquiagem! A própria maquiagem que ilustra esse post é do Peter Philips, um makeup artist renomado da Dior (ah peraí que se é da Dior então é bom). Se dá pra andar assim e dizer que “tá na moda” então tá certo.

Tem delineado de todos os tipos. Desde o mais simples traço em cima ou embaixo do olho até aquele traço de gatinho que parece impossível de fazer e que a gente passa hoooras assistindo tutoriais do youtube.

Só precisa mesmo treinar. Treinar, treinar, treinar. Gastar lápis, gastar delineador, gastar tempo, gastar a mão, se precisar taca tudo pro alto, joga o delineador no chão, mas tenta de novo, guria! Não desiste.

Há 9 anos eu tento fazer o delineado gatinho perfeito, tem dias que sai um clássico, tem dias que eu me irrito e acabo fazendo um traço grosso demais, tem dias que um sai reto e o outro barrigudo. É normal e acontece com todo mundo.

Tipos de delineado
Ai quanta coisa linda…

A feline e a classic são as minhas preferidas de todo dia. Ah, mas também são anos investidos pra conseguir fazer ~mais ou menos~ como eu queria.

Tira uma hora (ou duas), tira aquele dia de folga da semana pra si mesma, e tenta. Experimenta o que mais ficar legal pro teu olho, o que mais te fizer olhar pro espelho e pensar que tá podendo.

Até a próxima o/

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As 10 melhores aberturas de séries

televisão melhores aberturas

 

Oie gurizes e gurias 😛

Não dá pra negar que eu amo séries. Assisto desde aquela comédia sitcom cheia de palmas e risadas até aquele terrorzão com efeitos cagados mas que a gente se apega do começo ao fim.

Massss vamos ao assunto de hoje: Aberturas! Muitas, muitas aberturas! Sim, porque eu amo aberturas também. Uma abertura boa é aquela que começa o episódio e não dá vontade de pular. A gente foca na abertura e não larga mais. O Netflix tem até umas bobeiras de pular o episódio direto pra parte depois da abertura. Não sei qual é que é, mas em algumas séries ele faz isso.

Vamos então pra parte que interessa, segue minha listinha compacta, não-definitiva, não-ordenada por importância, de melhores aberturas de séries.

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Ah, os 20 e tantos…

 

“O plano era chegar aos vinte e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim.
O plano era que aquele primeiro amor durasse para sempre, que o curso da faculdade nos fizesse sentir completos, que a nossa vida já tivesse tomado um rumo até aqui.
Acontece que o modelo de felicidade da geração passada não funcionou com a nossa. O futuro que escolheram para gente não se concretizou. O primeiro amor acabou, assim como tantos outros. O diploma está empoeirado na gaveta, ou ainda nem existe. O apartamento pequeno não tem jardim, mas a vista da janela até que é legal. Em alguns casos os filhos vieram, mas os pais não estão mais juntos.
Parece um cenário triste, mas eu consigo enxergar por outra ótica. Ao meu ver somos uma geração que se recusa a ser infeliz. Que não aceita padrões. Fingir que está tudo bem não é com a gente. Muito menos manter relações de fachada. Se for preciso, terminamos relacionamentos, pedimos demissão, compramos passagens só de ida, recomeçamos tudo do zero. A nossa sede não nos permite viver naquele modelo. A carapuça não serve. Os trinta e poucos anos estão logo ali e as coisas ainda não se acertaram.
Mas, quer saber? Talvez tenha sido melhor assim. Nós já vivemos tanto em tão pouco tempo. São tantas histórias pra contar. Optamos pela instabilidade e nos apaixonamos por ela. Somos a geração que pulverizou a mesmice. Quebramos os tabus dos brincos, dos cabelos, das tatuagens e dos relacionamentos. Criamos até mesmo novas profissões. Respeitamos as tradições, mas modernizamos o conceito da maioria delas.
É claro que não acertamos em tudo, mas ninguém poderá dizer que não fomos felizes. Viajamos, festamos, bebemos, rimos e choramos. Moramos juntos antes de casar. Amamos por uma noite. Quebramos a cara e demos a volta por cima. Talvez um dia a gente se canse de tudo isso. Talvez lá na frente a gente consiga se enquadrar naquele formato. Pode ser. Mas, por enquanto, nós seguimos assim. Escrevendo o nosso modelo de felicidade. Errando os nossos próprios erros. Sobrevivendo em meio ao caos com um sorriso no rosto. Nosso tempo, nossas verdades. Tirem os rótulos do caminho. Aí vamos nós.”

 

– Fernando Brassola

 

Nota da blogueira: quando fiz 24 anos, bateu a bad.

Quando era adolescente me jurava que 24 seria minha meta. Teria minha casa própria com uma cerquinha branca, seria casada e teria um filho. Atualmente moro de aluguel, ainda não casei mas moro junto, tenho um cachorro, não tenho carro nem carteira de motorista, sou estudante.

Todos nós, a menos que sejamos “paitrocinados” estamos juntos nessa.

Esse texto me fez bater no peito e dizer que tenho orgulho de ter superado as piores fases da minha vida. Que venha mais. Eu tô preparada e correndo atrás 😉
Beijos.

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Olá, mundo!

Sejam bem vindos ao nosso blog, aqui duas amigas se unem para falar do dia a dia, dar dicas de filmes e séries, e todos os tipos de dicas que vocês podem imaginar…. Logo entram nossos primeiros posts e temos certeza que você irá se encontrar aqui de alguma forma, seja com o modo delicado da Maithe para ver o mundo e arranjar tempo  para ver séries mais rápido que qualquer pessoa na face da terra, ou seja como a Eskarlet, geralmente com uma resposta na ponta da língua afiada mas um coração gigante.

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