Vamos conversar sobre “Girlboss”

Antes de qualquer coisa preciso dizer  A TRILHA SONORA DESSA SÉRIE É MARAVILHOSA

Agora podemos começar?
Logo que eu vi a chamada da série me deu muita vontade de assistir, adoro séries que tratam sobre moda, conquista feminina e se acompanhada de um toque de loucura é para bater fundo no core minha gente.
Eu não li o livro (ainda) por isso preferi não escrever esse post como uma resenha pois ainda pretendo fazer um assim comparando o livro com a série mesmo, mas para as minhas expectativas a série superou todas completamente, elenco muito bom, TRILHA SONORA MARAVILHOSA (é, eu amei mesmo), história redondinha sabe (tem um começo, meio e de certo modo um fim), e consegui assistir toda em uma tarde só o que é extremamente perfeito para mim.

A trama conta a trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem na casa dos vinte e poucos que se veste com um visual digno de  uma saída de discoteca, e que dirige um carro quase da mesma época, ela é instável e basicamente luta para “não virar um adulta”, louca não? NÃO! Ela crê que quando crescemos nossos sonhos morrem (compartilho desse mesmo pensamento), e por conta disso acaba frequentemente mudando de empregos. Percebemos que ela gosta e entende de moda, especificamente moda vintage claramente ao longo da história o que torna a narrativa muito atraente pois conseguimos acompanhar todos os estágios da personagem principal até descobrir seu amor e talento pelo comercio varejista online de roupas.

 

Oi meninas, eu sou um canalha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para ser completa e não deixar o telespectador entediado temos o romance entre Sophia e Shane, cheio de calor porém que enfrenta a distância já que Shane é músico e precisa estar constantemente na estrada, enquanto Sophia tenta erguer sua web loja.

Eu gostei muito da série como um todo e aconselho todos a verem, tem um pouco de tudo e é aquele série ideal para um domingo chuvoso.

Fita 3 -Lado B #13reasonswhy

Olá, você já ouviu falar de Hannah Baker? Creio que sim! Ela é a garota que alguns estão se identificando, outros julgando e ainda há aqueles que estão odiando-a. Mas não precisa procurar os boatos por aí, nem se preocupar com as especulações, pois você leitor não vai ver isso nesse texto.
Pegue um lanche, sente-se confortavelmente e leia; somos 13 blogueiros ao vivo e em texto, unidos para lhe contar o que aprendemos com cada lado daquelas fitas, com cada um dos porquês que levaram Hannah a dar um fim na sua vida. Ainda está aí? Continue, pois ainda irá aprender conosco também, eu irei falar especificamente sobre Marcus Cole. Mas, antes de qualquer coisa, quero lhe perguntar : “Você já quis saber se os boatos eram verdadeiros?”
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Resenha: Mascara para cílios Ousada

Oiee minha gente!
Primeira resenha saindo de um produto que eu estou amando loucamente, já que sou apaixonada por mega cílios e geralmente morro de preguiça de colar cílios postiços, sigo sempre em busca de máscaras que possam sozinhas “dar conta do recado”. E, bom, nessa minha jornada incansável já testei da máscara mais baratinha até aquelas com o preço um pouco mais salgado, claro que já descobri algumas que me apaixonaram verdadeiramente e outras que detestei por completo, porém de todas essas que testei apenas uma marca ganhou meu coração praticamente em cheio. Conheci as máscaras da Quem Disse Berenice por intermédio de uma colega de serviço que estava também em busca de uma máscara ideal para ela, e gente quando aquela guria que tem os cílios bem caidinhos chegou quase que voando com as pestanas, eu me vi obrigada a conhecer melhor a marca e não é que o trem ganhou me ganhou?! <3
Assim a QDB tem agora em seu portfólio 4 máscaras com características diferentes (já que não somos iguais e cada uma gosta dos cílios de uma maneira), dessas 4 eu já testei 3 (a exagerada volume que fica linda, deixa os cílios super cheios mesmo, a escândalo preti, que é um arraso e deixa os cílios super alongados e a Ousada curva e levanta que é a nossa resenha de hoje), só ainda não comprei a rosa (divina preté) pois ela vem uma quantia um pouco menor e eu gasto máscara de cílios como se tivesse quase passando no cabelo (os tubinhos mal duram 2 meses).

Mas vamos falar da bichinha da vez: A incrível e espetacular máscara para cílios Ousada, curva e levanta, borá la?

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“Eu não sei fazer delineado”

Eu não sei fazer delineado.

Oilá!

Sabe sim, é tudo o que eu posso te dizer. Hey, a gente tá em 2017, não existem regras pra maquiagem! A própria maquiagem que ilustra esse post é do Peter Philips, um makeup artist renomado da Dior (ah peraí que se é da Dior então é bom). Se dá pra andar assim e dizer que “tá na moda” então tá certo.

Tem delineado de todos os tipos. Desde o mais simples traço em cima ou embaixo do olho até aquele traço de gatinho que parece impossível de fazer e que a gente passa hoooras assistindo tutoriais do youtube.

Só precisa mesmo treinar. Treinar, treinar, treinar. Gastar lápis, gastar delineador, gastar tempo, gastar a mão, se precisar taca tudo pro alto, joga o delineador no chão, mas tenta de novo, guria! Não desiste.

Há 9 anos eu tento fazer o delineado gatinho perfeito, tem dias que sai um clássico, tem dias que eu me irrito e acabo fazendo um traço grosso demais, tem dias que um sai reto e o outro barrigudo. É normal e acontece com todo mundo.

Tipos de delineado
Ai quanta coisa linda…

A feline e a classic são as minhas preferidas de todo dia. Ah, mas também são anos investidos pra conseguir fazer ~mais ou menos~ como eu queria.

Tira uma hora (ou duas), tira aquele dia de folga da semana pra si mesma, e tenta. Experimenta o que mais ficar legal pro teu olho, o que mais te fizer olhar pro espelho e pensar que tá podendo.

Até a próxima o/

A vida é extremamente curta

Responda rápido: Quantas vezes você já ouviu a frase ” A vida é curta”?
Te digo que provavelmente já a ouvi uma centena de vezes, e raramente me preocupei com a intensidade e a realidade dela. Estamos tão acostumados a dizer essas frases de impacto com naturalidade e em momentos muitas vezes inoportunos do nosso dia a dia, que elas se tornam corriqueiras, perdem parte de seu sentido e valor, de tal modo faz com que deixamos de dar o valor que merecem devidamente.

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As 10 melhores aberturas de séries

televisão melhores aberturas

 

Oie gurizes e gurias 😛

Não dá pra negar que eu amo séries. Assisto desde aquela comédia sitcom cheia de palmas e risadas até aquele terrorzão com efeitos cagados mas que a gente se apega do começo ao fim.

Massss vamos ao assunto de hoje: Aberturas! Muitas, muitas aberturas! Sim, porque eu amo aberturas também. Uma abertura boa é aquela que começa o episódio e não dá vontade de pular. A gente foca na abertura e não larga mais. O Netflix tem até umas bobeiras de pular o episódio direto pra parte depois da abertura. Não sei qual é que é, mas em algumas séries ele faz isso.

Vamos então pra parte que interessa, segue minha listinha compacta, não-definitiva, não-ordenada por importância, de melhores aberturas de séries.

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Ah, os 20 e tantos…

 

“O plano era chegar aos vinte e tantos anos com os filhos na escola, um diploma na parede do escritório e uma casa com piscina e jardim.
O plano era que aquele primeiro amor durasse para sempre, que o curso da faculdade nos fizesse sentir completos, que a nossa vida já tivesse tomado um rumo até aqui.
Acontece que o modelo de felicidade da geração passada não funcionou com a nossa. O futuro que escolheram para gente não se concretizou. O primeiro amor acabou, assim como tantos outros. O diploma está empoeirado na gaveta, ou ainda nem existe. O apartamento pequeno não tem jardim, mas a vista da janela até que é legal. Em alguns casos os filhos vieram, mas os pais não estão mais juntos.
Parece um cenário triste, mas eu consigo enxergar por outra ótica. Ao meu ver somos uma geração que se recusa a ser infeliz. Que não aceita padrões. Fingir que está tudo bem não é com a gente. Muito menos manter relações de fachada. Se for preciso, terminamos relacionamentos, pedimos demissão, compramos passagens só de ida, recomeçamos tudo do zero. A nossa sede não nos permite viver naquele modelo. A carapuça não serve. Os trinta e poucos anos estão logo ali e as coisas ainda não se acertaram.
Mas, quer saber? Talvez tenha sido melhor assim. Nós já vivemos tanto em tão pouco tempo. São tantas histórias pra contar. Optamos pela instabilidade e nos apaixonamos por ela. Somos a geração que pulverizou a mesmice. Quebramos os tabus dos brincos, dos cabelos, das tatuagens e dos relacionamentos. Criamos até mesmo novas profissões. Respeitamos as tradições, mas modernizamos o conceito da maioria delas.
É claro que não acertamos em tudo, mas ninguém poderá dizer que não fomos felizes. Viajamos, festamos, bebemos, rimos e choramos. Moramos juntos antes de casar. Amamos por uma noite. Quebramos a cara e demos a volta por cima. Talvez um dia a gente se canse de tudo isso. Talvez lá na frente a gente consiga se enquadrar naquele formato. Pode ser. Mas, por enquanto, nós seguimos assim. Escrevendo o nosso modelo de felicidade. Errando os nossos próprios erros. Sobrevivendo em meio ao caos com um sorriso no rosto. Nosso tempo, nossas verdades. Tirem os rótulos do caminho. Aí vamos nós.”

 

– Fernando Brassola

 

Nota da blogueira: quando fiz 24 anos, bateu a bad.

Quando era adolescente me jurava que 24 seria minha meta. Teria minha casa própria com uma cerquinha branca, seria casada e teria um filho. Atualmente moro de aluguel, ainda não casei mas moro junto, tenho um cachorro, não tenho carro nem carteira de motorista, sou estudante.

Todos nós, a menos que sejamos “paitrocinados” estamos juntos nessa.

Esse texto me fez bater no peito e dizer que tenho orgulho de ter superado as piores fases da minha vida. Que venha mais. Eu tô preparada e correndo atrás 😉
Beijos.

Sobre 50 tons mais escuros

Oiee gente! Tudo tranquilo por aí?
Aqui tá tudo numa boa, e hoje eu vim conversar com vocês um pouco sobre 50 tons mais escuros. Bom, a menos que você viva em outro planeta, já ouviu falar na coleção “50 tons” da autora E. L. James.

Enfim, a história conta sobre Anastacia Steele, uma universitária, com nada de tão interessante assim, mas que acaba tendo que entrevistar Christian Grey, um milionário, lindo de morrer, e viciado em trepada sacana (ou dominador e submissa), onde se manifesta uma “tensão”, um “clima de desejo” no ar, e daí se desenrola toda a história do primeiro filme, que não vou me aprofundar mais pois o assunto aqui é o segundo filme e meu ponto de vista sobre ele.

 

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